Ex-secretário do governo Dilma, Diogo Santana morre eletrocutado em SC

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 (crédito: Reprodução/Facebook)

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O ex-secretário Executivo da Secretaria Geral da Presidência da República durante o governo da presidenta Dilma Rousseff, Diogo Santana, de 41 anos, morreu na noite da última quinta-feira (31/12), em Florianópolis. O advogado e professor sofreu uma descarga elétrica após encostar em uma cerca energizada.

Ex-esposa lamenta a morte
A ex-esposa do advogado, a diplomata Livia Sobota, agradeceu por meio das redes sociais o carinho recebido nesse “momento inominável”. Ela conta que foi muito difícil dar a notícia aos filhos do casal, Gabriela e Caetano, “que acabaram de passar um Natal tão feliz com o pai”.

“No momento, estamos concentrados em chegar ao Brasil o mais rápido possível – de Bogotá, onde moramos –, e por isso responderemos as mensagens afetuosas de todos mais adiante. Devastados, enviamos um abraço a todos os familiares e amigos. Estamos juntos, como ele gostaria que estivéssemos. Choremos nossa dor com afeto e cuidado, sem abrir espaço para a covid-19. Chega de mortes”, observa ela.

Repercussão
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva emitiu uma nota de pesar em que ponderou que Diogo era um advogado brilhante e uma pessoa comprometida com um Brasil melhor, mais justo, humano e solidário.

“O nosso futuro perde uma pessoa com inteligência, conhecimento, ética e comprometimento com as causas sociais, com um Brasil que precisamos reencontrar nesses tempos difíceis. Meu abraço solidário e meus sentimentos aos filhos, familiares, amigos e alunos de Diogo Santana”, escreveu Lula.

A ex-presidenta Dilma também se solidarizou com o luto da família e amigos de Diogo e se referiu ao colega como “indispensável” pela sua competência, cultura, dignidade e generosidade. “Sua morte trágica, ainda tao jovem, entristece a todos nos, que tivemos o privilegio de conviver com ele”, disse.

Aloízio Mercadante, ex-ministro e presidente da Fundação Perseu Abramo, empunhou a frase “Diogo, presente” ao se referir ao amigo de longa data como um “cometa que passou pela terra”, em nota oficial da instituição.

“Sempre tinha uma palavra boa para dizer, um sorriso no rosto e uma questão para compartilhar. Mestre na arte de cultivar amigos. Tinha pés de algodão. Solidário, parava tudo para acudir os amigos. Teve uma vida dura”, pontuou Mercadante.

Fonte: Correio Braziliense

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