Auditorias da CGU e do Município possibilitaram afastar quem recebia irregularmente e zerar fila de espera do Bolsa Família em Cajazeiras

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Coordenador do Programa Bolsa Família (Foto: Secom)

A propósito da divulgação de um relatório da Controladoria Geral da União, dando conta de irregularidades no Bolsa Família no Município de Cajazeiras, o coordenador do Programa em nível local se pronunciou, afirmando que “sobre essa questão desse relatório da CGU que está sendo jogado nas redes sociais como algo negativo para a gestão, o que eu quero dizer é exatamente o contrário”.

Segundo ele, essa averiguação foi muito positiva para o município porque, além dessa auditoria da CGU, “tivemos as auditorias internas da própria Prefeitura, da própria gestão local, que já vinha fazendo isso desde janeiro de 2017, logo quando assumimos a gestão, justamente para identificarmos as fraudes no Programa, porque essas pessoas recebendo irregularmente era justamente o que estava impedindo que pessoas que realmente precisem recebessem”.

Fábio Borges disse que essas informações sobre pessoas que receberam de forma irregular são antigas e vêm sendo divulgadas pela coordenação local desde o ano passado, antes mesmo da CGU fazer a apuração.

“Esse relatório está se referindo única e exclusivamente às pessoas que receberam o benefício irregularmente e que foram identificadas, tanto pela CGU quanto pela gestão, que tem feito um trabalho certo, deixando no Programa só quem realmente precisa”, acrescentou ele.

Para o coordenador, “o relatório da CGU só mostra a lisura que a gestão tem com relação ao Bolsa Família, fazendo o certo, que é combatendo as fraudes”, acrescentando que “esse relatório não afeta em nada a administração”.

Fábio Borges disse ainda que já está com o relatório há mais de um ano e que é “mais uma questão de dar uma conotação política a um fato positivo para a gestão e que estão querendo colocar de forma negativa, deixando claro que essas famílias que recebiam de forma irregular, não começaram a receber na gestão do prefeito Zé Aldemir”.

“Eu estou como relatório, tenho aqui os cadastros dessas famílias, que começaram a receber em 2008, 2010, principalmente 2013, 14, 15 e esses recebimentos indevidos só foram interrompidos nessa gestão, que se iniciou em 2107. Então a gente recebeu esse relatório com satisfação porque, só por conta da auditoria da CGU e da auditoria do Município, foi possível zerar a fila de espera para quem realmente precisava do Bolsa Família”, finalizou.

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