DNIT reavaliará trechos de instalação dos controladores de velocidade nas rodovias federais da PB

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A Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) na Paraíba, afirmou que vai reavaliar os trechos de instalação dos controladores de velocidade nas rodovias federais que cortam a Paraíba e há risco de não colocarem em operação os 186 novos aparelhos, conforme informado no mês passado. A medida foi anunciada ontem em virtude da determinação presidencial, feita na última sexta-feira, que argumenta o excesso de gastos para a manutenção dos equipamentos.

Desde janeiro deste ano, o Dnit retirou todas os 71 controladores de velocidade, entre lombadas e radares eletrônicos, instalados nas rodovias federais que cortam a Paraíba. De acordo com o órgão, os aparelhos foram desinstalados em decorrência do fim do contrato com a empresa prestadora de serviço que operava os redutores. Ainda no último mês de janeiro, a Superintendência do Dnit afirmou que a ampliação do número de pontos de vigilância, que passaria para 186 locais até o próximo mês de julho, informa reportagem do Correio da Paraíba.

Contrato mantido. Por meio da assessoria de comunicação, a Superintendência do Dnit na Paraíba informou, ontem, que o contrato firmado com a nova empresa que vai operar os equipamentos eletrônicos de velocidade na Paraíba está mantido e em andamento e deve vigorar por cinco anos. Ainda conforme a assessoria, “se tratar de substituição de equipamentos existentes e de novas instalações em locais com alto potencial de acidentes, assim que implantados, devidamente sinalizados e aferidos, os mesmos começarão a notificar de imediato”, informou a assessoria.

Embora alegue que os novos radares serão instalados, o Dnit não garante a instalação de todos os 186 novos aparelhos. Conforme o órgão, os estudos e análises para a instalação e remoção dos redutores são realizados por técnicos do próprio órgão, considerando dados de acidentes informados pela Polícia Rodoviária Federal e demandas sociais. Contudo, o Departamento informou, ainda em nota, que “seguirá as orientações presidenciais e reavaliará, com o tradicional rigor técnico, os levantamentos que dão causa à existência dos equipamentos, a fim de que funcionem lombadas e radares em locais onde sejam indispensáveis seus empregos”.

 

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