Campanha pede apoio financeiro para filme de cenário apocalíptico na PB

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Ultravioleta foi filmado no Congo, no interior da Paraíba, e precisa de ajuda para ser finalizado (Foto: Augusto Júnior/Divulgação )

Ultravioleta foi filmado no Congo, no interior da Paraíba, e precisa de ajuda para ser finalizado (Foto: Augusto Júnior/Divulgação)

A produção do curta-metragem paraibano Ultravioleta, que pretende retratar a luta pela sobrevivência de uma família em um cenário quase apocalíptico de falta de água, no Cariri da Paraíba, iniciou uma campanha de financiamento coletivo para finalização do filme. Algumas filmagens foram feitas na cidade do Congo, na região da Borborema, e para finalizar os trabalhos, o diretor do curta, José Dhiones Nunes, iniciou a campanha.

A campanha vai permanecer ativa até o dia 17 de janeiro, quando precisa completar a arrecadação de R$ 10 mil para realização do projeto. O recurso vai ser utilizado para custear os gastos que envolvem a realização do filme, em especial edição, finalização e lançamento do filme.

Dependendo da quantia doada, o voluntário pode receber em troca desde CDs de bandas paraibanas, até participar em workshop e consultorias para desenvolvimento de roteiros de cinema.

“Tenho referências dos cineastas Torquato Joel e Marcus Vilar na minha formação. Pesquisei muito a respeito das consequências de degradação do planeta causados pelos homens e li dados e prognósticos de como possivelmente estará o planeta daqui em diante. Agora preciso desse financiamento para finalizar o filme e mostrar que um mundo novo é possível”, comentou o diretor do filme.

O roteiro do curta-metragem, desenvolvido na primeira edição do Jabre (Laboratório de Roteiros Para Jovens Roteiristas), realizado na cidade do Congo, se relaciona com o semiárido nordestino. Uma região marcada constantemente pela degradação, desertificação e avanço dos raios ultravioletas. O filme vai mostrar um mundo apocalíptico ocasionado pela degradação dos recursos naturais do planeta que, em meio ao superaquecimento devido aos raios ultravioletas. No foco da narrativa, uma família tentando sobreviver no ano de 2100.

G1 PB

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